Caribe colombiano. Tudo o que você precisa saber sobre San Andrés

Quem tem amigo que viaja, tem tudo! Vocês devem ter reparado que o blog está assim, devagar, quase parando, né? Mas, olha, não é falta de amor, viu? É a mais pura falta de tempo mesmo, graças a um mestrado tão sonhado!  Enquanto eu me dedico aos artigos acadêmicos e dissertações, os amigos dão as dicas.

 O Fábio Linhares e a Ana Elisa Bassi estão nesta listinha VIP dos viajantes. Eles foram pra San Andrés, na Colômbia, e amaram! Viajaram em momentos diferentes, mas fizeram um manual completo a quatro mãos sobre a ilha caribenha, com dicas valiosas de diversão, segurança, economia. Tá tudo aí, neste suuuuper post. Ah, e tem outras lindas fotos nos instagram : @_fabiolinhares e @aninha_eb

Bóra então, viajar um pouquinho com eles.

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Só pra dar um gostinho do que vem pela frente! Já quero ir! 🙂

Antes de viajar:

– Quer usar o celular? Se comunicar com o mundo? As tomadas por lá possuem dois pinos chatos e um pino redondo. Você pode levar um adaptador para conseguir carregar os eletrônicos. Se o seu celular veio dos Estados Unidos, então não vai precisar.

 – Nenhuma vacina é exigida para visitar San Andrés ou a Colômbia. A de febre amarela é recomendada, porque o país possui região amazônica, mas se você não tiver tomado, não precisa ser um “Deus nos acuda”! Nós, como já tínhamos tomado, fizemos o certificado internacional e levamos, mas não precisamos apresentar em nenhum lugar.

 Você pode fazer o certificado na Anvisa, no Aeroporto mesmo. É só chegar com o cartão de vacinação e algum outro documento com foto, e você já sai com o papelzinho de lá.

– Um cartão de turismo é exigido para conhecer San Andrés. Ele é vendido nas próprias companhias aéreas antes da chegada à ilha e vai ser exigido tanto na entrada como na saída, então não pode perder!! Veja com a sua companhia aérea como o pagamento pode ser feito, algumas aceitam só pesos, então você já vai ter que contar com o gasto de uns COP 50.000 antes mesmo de chegar em San Andrés. Na hora do embarque chega a ser vendido por COP 90.000. Compre no guichê assim que chegar ao aeroporto de Bogotá. Será mais barato!

– Todo o dinheiro que levamos para a viagem foi em dólar. Chegando à Colômbia, troquei por pesos. Não tente comprar pesos aqui, no Brasil, não compensa. Ainda que você faça a troca no aeroporto de Bogotá, que é mais caro um pouquinho que as lojas de rua, compensa muito mais do que trocar aqui!

 – A moeda “oficial” em San Andrés é o peso colombiano, mas, como a ilha é o paraíso dos turistas, cartões de crédito e dólar são amplamente aceitos. Em Bogotá, o mais fácil mesmo é usar peso.

-Em San Andrés o câmbio pode ser feito nos bancos ou com cambistas na rua. Eu fiz a troca com uma senhora que, durante a manhã, fica na porta de um centro comercial. À tarde ela fica na parte de dentro, próximo a uma banca de bonés. Esse centro comercial fica bem próximo à praia, na rua lateral ao Bancolômbia.

 Bogotá:

Muita gente só passa uma noite em Bogotá porque o voo é logo no outro dia cedo. Pra capital colombiana a indicação é o Andrés Carne de Rés! Acho que é o restaurante mais recomendado da Colômbia. O “original” é afastado de Bogotá, mas tem um na capital, localizado na chamada Zona Rosa.  O lugar tem quatro andares, representando inferno, terra, purgatório e céu. Minha amiga ficou no inferno! A decoração é iradíssima. O lugar começou com o dono, que juntava “cacarecos” de todas as viagens que fazia, e resolveu expor todos para quem quisesse ver. Tem tudo que você imaginar, todos os tipos de bibelô. Sempre tem uma banda muito legal tocando. E a comida é muito boa, tem de tudo, mas o forte deles é carne. O preço é tipo Outback, você gasta em média COP 87.000 lá.

 Essa é uma dica, mas se você não quiser ir neste, não tem problema. A Zona Rosa é “O” lugar dos bares, pubs, restaurantes, shoppings. Lá você pode escolher. Outras opções são o Archie’s e o Bogotá Beer Company, o primeiro melhor para jantar, o segundo com cervejas a um preço camaradíssimo no happy hour. Tem também cassino, que é permitido no país, mas não fomos a nenhum.

AH, só para constar, na Zona Rosa estão todas as lojas caras e de marcas famosas do mundo reunidas em um mesmo lugar! Uma atrás da outra, nas ruas e nos shoppings. Inacreditável! Lugar de toda a riqueza pra quem pode!

 Em frente ao Andrés Carne de Rés tem um shopping de esquina chamado Centro Comercial Andino. Nele tem uma casa de câmbio, com preço bacana, chama New York Money.

Pra conseguir curtir Bogotá, lembre-se de checar qual vai ser o destino da sua mala! Se você não puder despachá-las, parece que tem um guarda-volumes no aeroporto.  Se seu voo for direto pra San Andrés no dia seguinte, sua mala pode ir direto. A dica é separar uma muda de roupas na mala de mão… pra não ficar com cara de ontem na viagem do dia seguinte.

Sobre o táxi do aeroporto para a Zona Rosa, ou para o hotel que você for, tenha muito cuidado! Na hora que você sai na calçada do aeroporto é abordado por uns homens que oferecem táxi. Só que eles chegam a cobrar quatro vezes mais que um táxi normal pra te levar num carro particular. Não caia nessa!!

 Lembrando que em Bogotá, pode fazer um friozinho. Tudo por causa da altitude de mais de 2.600 metros, o que faz você sentir também que correu uma maratona quando, na verdade, só andou um quarteirão.

San Andrés

Então, partiu San Andrés?! Uhuulll!

Mais uma vez, não esqueça o cartão turismo! Tô repetindo porque sem ele você não entra na Ilha! Aí não adianta dica nenhuma! :p

 Chegando à Ilha, se estiver sentado na janela do avião, e se estiver de dia, já vai ser lindo! Quando o avião estiver quase pousando, o azul escuro do mar vai virar um mar lindo azul claro depois que você passar a barreira de corais!

Não se assuste (1), o entorno do aeroporto é bem pobre. Aliás, toda ilha, tirando o litoral norte é assim, você vai perceber. Só onde o turista está é bem cuidado.

Não se assuste (2), no aeroporto, assim que você pegar a mala, vai passar por um detector de metais. É estranho, afinal você vai passar toda a viagem sem contato com a mala, e já vai ter passado no detector do aeroporto anterior. Mas, enfim, eles são viciados em detector de metais e devem ter seus motivos. Cuidado com as pessoas se oferecendo para ajudar com a mala, as distâncias são muito curtas e eles vão cobrar por isso!

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Depois, você vai entrar na fila pra entregar o seu cartão turismo. Preencha no avião ainda, pra não ficar atrasando a fila. A mulher vai ficar com um papel e você vai ficar com outro que terá que entregar quando for embora da ilha.

Não se assuste (3), os táxis são bizarros!!!!!! Carros velhos, caindo aos pedaços, sem identificação de táxi. Só um adesivo atrás é que informa que é transporte público. Escolhe um mais ou menos… e vai na fé!!! Até meu hotel, que ficava na praia principal, paguei COP 15.000.

 San Andrés não tem fonte de água doce, toda a água de lá é dessalinizada. Você vai perceber quando for escovar os dentes, por exemplo, que a água tem um gosto estranho. Não é um problema, é mais uma curiosidade mesmo. Ah, a água do banho vai ser gelada na maioria dos hotéis, mas também não será um problema já que lá o calor e o sol forte tomam conta.

Como o hotel que ficamos não tem café da manhã, logo que chegamos fomos ao supermercado que fica ao lado do Bancolombia e compramos comida (pão, leite, suco, requeijão, presunto…), assim, todo dia comemos no quarto antes de sair. Outro Market onde comprarmos coisas chama La Estacion, e fica exatamente em frente da boate Coco Loco.

Outra dica importante para o primeiro momento: comprar sapatinhos! O snorkel também vai ser muito necessário, mas sem o sapatinho ele não será nada! Você não vai curtir as praias sem eles. Comprei o meu em uma das lojas embaixo do hotel onde fiquei mesmo ali na orla. Paguei cerca de COP 15.000.

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De Snorkel e sapatinho. 🙂

 Aproveite esse primeiro momento para comprar o protetor solar também! Não sei como vai ser o sol quando você estiver lá. Em junho o tempo estava fechado e, mesmo com o protetor com fator de proteção 85(!!), eu me queimei.  Ah, e pesquise os preços pois eles variam muito de uma loja pra outra! Você também pode comprar uma camisa com proteção UV. Acho que é um bom investimento porque você não precisa ficar repondo o protetor nos braços, costas, peito…

 Praias:

 Johnny Cay – Melhor praia!!!! Compramos o passeio no hotel mesmo, COP 25.000, andamos até a marina e pronto – 10 minutos de barco e você chega! Vá cedo, escolha uma das barracas de frente pro mar mesmo, assim é bom que você pode ir na água e ficar vigiando as suas coisas de lá. Você vai pagar uns COP 15.000 para alugar a barraca para o dia inteiro. Durante o dia a ilha vai lotando e o mar vai ficando mexido! Vá cedoooo! Pegamos o primeiro barco da manhã.

Na ilha, existem algumas barracas simples de comida e bebida. Por COP 25.000 você compra o almoço com refrigerante. Se não quiser, tem petisco também.

Quando cansarem do sol, dá para caminhar pela ilha inteira. Johnny Cay é o habitat de répteis, como o lagarto de cor azulada, que é o símbolo da ilha. Tem vários desses, de vários tamanhos. Irado!

El Acuario – Photoshop nos olhos! Papel de parede do Windows! Lugar onde o snorkel mais vai ser utilizado e os sapatinhos mais necessários. Sem eles você não vai conseguir caminhar em nada! É um aquário natural, cheio de piscinas formadas pelos corais, peixes por todos os lados! Peixes grandes e peixes pequenos!

 Tem ainda um ponto do passeio chamado Mantarraia em que os mais corajosos podem ir mais para o fundo e ver arraias, dá até pra tirar fotos com elas. Pra chegar, gasta uns cinco minutos de barco. Também compramos esse passeio no hotel. Também é irado.

Tem gente que faz Acuário e Johnny Cay no mesmo dia, mas nós separamos um dia pra cada! Mais uma vez: chegue cedo! Essa também fica bem lotada.  Comparada com as outras, esse é a ilha de pior estrutura, não tem barracas – até mesmo para não atrapalhar muito a natureza – então prepare-se para o sol! São poucas opções de bebida e não vende almoço lá.

 Playa Principal – Estou chamando assim a praia que fica no centro. É uma praia muito boa se comprada com todas as nossas aqui. Água transparente, mar de sete cores… Mas não é mesmo a melhor praia que você vai curtir. Em alguns pontos (mais pro lado direto da ilha, antes de chegar nos bares) existem coqueiros, aí você nem precisa alugar barraca.

Rocky Cay – Essa praia fica um pouco afastada. Você pode ir de táxi ou com o carrinho que alugarem. Lembra daquela história de que a ilha é bem pobre? Pois é… junto com o mar lindão tem muita sujeira e casas muito simples. Como em qualquer lugar, não dê bobeira com a bolsa solta na parte de trás do carrinho, levem sempre na parte da frente com vocês. Não quero aterrorizar, só é a dica mesmo que eles dão lá. Não deixe de ir por isso! É uma praia linda, iradíssima, tranquila em relação à quantidade de pessoas. Tem boa estrutura de barracas, lugar pra almoçar. Dá pra caminhar com água pela cintura até uma ilhota onde tem um navio encalhado. Cenário de filme!! Se precisar, alugue um armário em uma das barracas para deixar suas coisas.unnamed (5)

 La Piscinita – Parada obrigatória durante a volta na ilha. É tipo um poço de mergulho, cheio de peixes coloridos. Dá pra entrar por uma escadinha ou sendo radical e pulando de uma pedra. A entrada custa COP 1.000 e você ainda ganha um pãozinho pra alimentar os peixes.

*Aluguel do carrinho: vale muito a pena alugar! É uma experiência legal, a cada curva na ilha você vê um mar diferente! Em vários pontos da orla você vai ver aluguel de carrinho disponível. Tem o carrinho de golfe e o tal de “mule”. Esse mule é melhor que o carro de golfe, o motor é melhor, ele vai mais rápido. O outro é MUITO lerdo.  Você paga cerca de 140.000 para o dia inteiro num carrinho de duas pessoas. Tem ainda o carrinho pra quatro pessoas que custava COP 180.000. Se você estiver em dupla pode fazer amizade com outro casal e rachar o aluguel. Lembrando que eles ainda vão te pedir COP 100.000 de calção pra levada do carrinho e tem que abastecer na volta. Gastamos COP 8.000 com gasolina.

Eles não pedem documentação (estranho), mas fomos parados pelo exército (que está em quase toda ilha) e nos pediram um documento de identificação. Mas foi só pra conferir, eles são bem simpáticos e alegres. Só cumprimentar que logo abrem um sorriso pra gente.

Sem paradas, acho que gasta umas duas horas para dar a volta em toda ilha, mas o legal é parar em alguns lugares, principalmente a La Piscinita e Rocky Cay.

Mergulhos:

 – No hotel mesmo, você tem a opção de comprar alguns tipos de mergulho. Tem um passeio chamado Semisubmarino, que é o barco com as janelas embaixo. Em certa altura do mar, ele para e as pessoas podem mergulhar. Custou uns COP 50.000. Atenção!!!!! Enjoa MUUUUITO no começo. Tem que tomar remédio antes de entrar. Eles vão se oferecer para gravar um vídeo de vocês para registrar o passeio, mas cobram a mais por isso. Deixe claro se não for querer.

– Existe também a opção de fazer um mergulho, mergulho mesmo, usando tipo um capacete de astronauta. A cabeça fica protegida, o corpo fica de biquíni/sunga. Preferi fazer o Buceo, mergulho com o cilindro de oxigênio (aquele da primeira foto do post). Pagamos COP 140.000, nos pegaram no hotel e levaram lá no local do mergulho. Eles dão um micro curso. Você faz uma aula teste na piscina e depois pode partir pro mar. Você vai a uma profundidade de 10 metros. O ouvido dói bastante por causa da pressão. Você tem que descer fazendo Manobra de valsava. Você vai apertando o nariz e assoprando…

 Cada grupo de quatro pessoas conta com um instrutor. Você pode levar sua GoPro ou aproveitar que o instrutor também faz fotos suas. Ou faz os dois. O CD com as fotos feitas pela instrutora sai por COP 50.000. Nele estão as fotos de todos no grupo. Fica a dica: dá pra comprar um e compartilhar.

Tem um outro passeio que se chama mar de sete cores. Você anda de lancha, vela, motoaquática, standup… Já no passeio chamado Parasail, que você senta num negócio, é puxado por um barco e voa. Não deu tempo de fazer nenhum desses dois.

Comes e Bebes

– Limonada de coco = Invenção dos deuses!!! Senhorrr!  É tão boa que merece uma foto:

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– Limonada de hierbabuena = muito boooooom! Só para constar, hierbabuena é hortelã, não é folha de coca, nem maconha. Pelo nome, dá medo, mas só até provar!!!! Kkkkkk. Aliás, eles fazem limonada de vários jeitos. Além dessas duas e da normal, tem  também de morango ou frutas vermelhas. Tem uma bebida chamada coco loco. É uma mistura de tudo que existe de alcoólico no mundo: whisk, vodca, rum, conhaque… Forte demais. Fracos, por favor, passem essa bebida!

 – Arroz de coco = bom. É muito comum na ilha, mas em quase todos os lugares você pode pedir para trocar pelo arroz comum.

– Arepas = achamos bem ruim, sem gosto. Uma massinha de milho estranha.

 – Banana da terra = os pratos típicos mesmo vêm com uma banana, meio frita, achatada, redonda. Apesar de eu gostar de banana, achei razoável.

– Peixe = se for comer em Johnny Cay, pedir o filé/posta de robalo. Do contrário, eles trazem o peixe inteiro, de boca e olho aberto. Eu tenho agonia de comida com a cara de bicho…

 – Comida de rua = vocês vão ver muita comida sendo vendia na rua, sem estar conservada em nada, com muita fritura, jogado em bacias…  Não tem a cara boa! Não sabemos como é a vigilância sanitária em San Andrés. Não provamos!

– O drink que você mais vai ver é Piña Colada. Tem ainda uma versão com morangos. Já se for cerveja local, a melhor é a Club Colombia.

 Observação importante: Somos MEGA a favor de turismo gastronômico! Acho que a comida faz parte da cultura. Então essas são as minhas impressões. Mas acho que você deve provar o que quiser! Só a comida de rua que é duvidosa mesmo…

Restaurantes e bares:

– La Regatta – Tem que ir!!! Mais famoso da ilha.  Comi os maiores camarões que já vi na vida e pela primeira vez provei lagosta. Lugar decorado, lindo! Abre pra almoço e jantar. Como sempre está cheio, faça reserva!

La Regatta

– The Gorg Rocky Cay – Come na praia, com o pé na areia, mas muito limpinho.

 -Donde Francesca – Esse é bem famoso.Restaurante na beira da praia em San Luis. Também dá pra almoçar com os pés na areia.

– Peru Wok – Achei irado! Se você chegar cedo ou fizer reserva, peça para sentar do lado de fora. Tem uma varanda que dá no mar bem rasinho, aí você vê as arraias passando.unnamed (4)

 – Juan Valdez Café – É a rede de café mais famosa do país. Ajuda em qualquer emergência. Tem um capuccino com gotas de chocolate em cima que é de matar a pau. Delicioso! Também dá pra comprar canecas (COP 35.000) e umas latinhas com biscoitos (média COP 15.000).

– Beer Station – Lugar muuuuuuuito legal! Sempre cheio, animado, com música! Drinks e petiscos deliciosos.  Bebemos e comer coisas diferentes em cada ida e tudo estava bom!

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 – El Corral Hamburguesas – Hambúrgueres gostosos, tipo fast food, também ajuda numa emergência ou se você precisar comer rápido para ir para algum passeio.

– Coco Loco – Não é lugar pra comer, é boate. Final de semana é melhor, sem dúvidas! Mais cheio, mais animado. Cobram 15.000 para entrar no final de semana. Cheque a programação, tem dia que toca de tudo, com a salsa/Rumba/Zumba/Bachara… predominando! Tem dia que é só salsa mesmo. E prepare-se para a “humilhação” , os locais dançam absurdamente. Os turistas só babam.

 *Os preços de comida são iguais ou mais baratos do que aqui. No restaurante mais chique da ilha, que é o La Regatta, pagamos uns COP 70.000 num prato com camarões gigantes. Da pra comer até lagosta com preço mais em conta que no Brasil.

 Compras:

 – Detalhe importante! Grande parte das lojas funciona em horário diferente do nosso: elas abrem em torno das 9h, fecham às 12h30, e reabrem às 15h, funcionando até às 20h30, 21h.

– Como já te falamos, toda a ilha é livre de impostos, mas, como o nosso dinheiro está desvalorizado, as coisas não vão ser muito baratas. O que vale muito a pena: bebidas, chocolates/balas/biscoito, perfumes, suplementos, vitaminas… Vale caçar! Relógio e óculos escuros, só se encontrar promoção. Eles também vendem muita esmeralda!! Mas, mesmo sendo muito mais barato do que aqui, não cabia no orçamento!!!

 – Cuidado com as falsificações!Lojas onde compramos: La Riviera, Classic e JR. Existem várias delas em toda a ilha. Tem uma La Riviera gigante de esquina e várias outras pequenas. Na rua de trás, paralela à orla, é onde vão encontrar todas elas.

– Lembrancinhas da ilha – ímãs, chaveiros, copinhos , enfeites… – você pode comprar em qualquer lugar, até em camelôs na orla.

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A praia principal de San Andrés

  É isso! Agora curta a viagem!


 

 

Um comentário sobre “Caribe colombiano. Tudo o que você precisa saber sobre San Andrés

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